sábado, 5 de maio de 2012

Anthony Bourdain: No Reservations - Lisboa

A passagem de Anthony Bourdain por Lisboa para mais um episódio da série No Reservations deixou-me com uma fome tal que não resisti a fazer aqui uma pequena nota sobre o episódio.

Ainda que a ementa do episódio seja como uma bomba atómica para as análises sanguíneas de um indivíduo que faça da sua dieta o que Bourdain veio cá experimentar, não haja dúvida que aquilo que os chefs que o acompanharam em Lisboa (Henrique Sá Pessoa, José Avillez e Ljubomir Stanisic) o levaram ou deram a provar é do melhor que a cozinha portuguesa tem para dar.
Sim, é pena não ter vindo em época de sardinha assada e salada de pimento, mas como os primeiros minutos do vídeo que deixo em baixo mostram provou bom marisco e rematou tudo com um prego, que sei bem que dá 15 a 0 a qualquer prato de alta cozinha.

Uma vez que a série legendada em português só deve passar algures no cabo daqui a 6 meses-1ano fica aqui um link para um vídeo que resume em 5 minutos a vinda a Lisboa do conhecido chef.

http://www.travelchannel.com/video/relive-lisbon-with-tony

Última nota para a banda sonora do episódio: Dead Combo, banda que lançou recentemente um novo álbum e na qual fiquei viciado. Excelente som de fundo para estudar/trabalhar/viajar/dormir.

P.S. humorístico: O barbeiro de um colega meu aparece aos 03:50.


terça-feira, 3 de abril de 2012

Campeonato Universitário Pentatlo Moderno 2012 - Revisão

Depois de mais uma prova no passado domingo, e quando as dores musculares começam levemente a largar o corpo, chegou a hora de escrever algo sobre a experiência para que na próxima vez possa reler e mentalizar-me para novo desafio pentatletico.

Piscina olímpica do estádio universitário, 8h da manhã, e a sensação de ter o pequeno almoço a balouçar no estômago aquando das primeiras braçadas do aquecimento voltou a inundar-me o corpo. Engraçado voltar a sentir exactamente o mesmo de há tantos anos atrás quando o dia se limitava a 50m de natação e 1km de corrida. Tudo correu bem durante o aquecimento, o corpo deslizava, a técnica de natação estava no sítio e depois de um aperto na fita dos óculos vieram os 200m a sério.
Os primeiros 100m da prova foram relativamente fáceis mas o terror estava à distância de uma viragem. Sempre com os 3 minutos como objectivo, estava mentalizado para o facto de a 2ª parte da prova vir a custar o triplo da primeira, já que os ombros passaram a ser usados para transportar a mochila e os braços começaram rapidamente a pedir para parar com aquele massacre. Os últimos 50m então pareceram uma eternidade... As pernas batiam, os braços rodavam mas o corpo parecia estar parado. Chegado ao fim, depois de grande esforço e de recuperar o fôlego os 2 minutos e 56 segundos fizeram da natação uma missão cumprida.

Fazendo a transição para a esgrima, foi tal como esperava a parte mais fácil do dia. Apesar de muitos toques perdidos por falta de rapidez nas acções, a cabeça lia com facilidade os movimentos do adversário mas a velocidade com que os dedos, braço, pernas e resto do corpo se mexia de acordo com o pensado estava com um atraso monumental, simples falta de tempo na pista. Um ou outro bom toque sim, mas com muito toque fácil perdido por falta de coordenação cabeça-corpo. Resumindo, muita diversão e uma sensação de querer voltar rapidamente à pista e ouvir o "em guarda - prontos? - começar!"

Para finalizar o dia veio o combinado de tiro e corrida. Apesar de, tal como tenho ideia de já ter escrito antes, sentir falta do tiro de precisão para um alvo de 0 a 10 pontos, reconheço que o novo formato traz muitíssima mais animação para quem está de fora.
No tiro as séries de 5 alvos voltaram a ser, tal como no ano passado, feitas ao contrário ao que seria de esperar, ou seja, a mais lenta a primeira, a mais rápida a última. Razão? Nervoso, ansiedade, mentalização para atirar com o coração a 1000 à hora? Acho que não há razões.
As três voltas de 1km incluíam um pequeno troço de alcatrão, seguido de uma parte de relva e por fim tartan, tudo plano, o que ajudou a não agravar em demasia o tempo de corrida que deve ter rondado os 4'30 por quilómetro, não grande coisa para uma corrida de 3km mas que seria espectacular para corridas mais extensas.

Como é de notar os objectivos passavam maioritariamente por chegar ao fim de cada prova e consequentemente ao fim de um dia esgotante.
Agora há que aproveitar o embalo e treinar um pouco que o verão está ao virar da esquina.

Até à próxima

quinta-feira, 29 de março de 2012

Campeonato Universitário Pentatlo Moderno 2012

Mais uma vez, e partindo já para a minha 3ª participação, vou estar domingo no Estádio Universitário de Lisboa para completar mais uma prova de pentatlo moderno.
Começo o post desta maneira pois é esse realmente o único objectivo: completar.

Como infelizmente já vem sendo hábito o treino não foi muito: os testes já começaram, houve um projecto para entregar e o horário deste semestre não ajuda muito. Para além disso a corrida da passada 3ª feira deixou-me completamente de rastos.
Sim, ainda há aqui músculos doridos apesar dos alongamentos, na verdade acho que isto só passa mesmo com mais uma corrida, e outra, e outra... Uma excelente opção para as férias da Páscoa aliás :)

Voltando atrás um ano, lendo o post referente ao Universitário de 2011 e sendo realista, os objectivos não podem mudar muito. Os 3 minutos na natação são uma meta atingível e na esgrima é partir para cada jogo sabendo que estamos na parte fácil do dia. Por fim a corrida será o maior obstáculo físico e mental pois o estado da vida não mudou muito desde há um ano, ou seja, o tempo para dedicar ao treino não tem sido muito. Em Janeiro e Fevereiro, em época de exames, as corridas ainda foram mantidas em regime de dia-sim-dia-não, a maneira como se gere o tempo é totalmente diferente das aulas e portanto houve tempo para uns treinos suaves.

Domingo o importante é chegar ao fim, matar saudades da competição e voltar a sentir que é preciso voltar a treinar o mais cedo possível depois de terminado o dia.

Como nunca é demais desejá-lo, boa sorte!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Escada do sucesso


Se pensarmos bem não são os últimos degraus que custam, resultado dos que já subimos, os que custam são os primeiros, porque depois não pode haver volta a dar.

sábado, 21 de janeiro de 2012

I (watch) surf because...

O título é inspirado numa campanha promovida por uma empresa do mundo do surf, mas o meu novo vício desportivo do ano que passou foi o surf.
Depois de seguir todas as etapas do World Tour online e mais umas quantas competições (todas elas com excelentes páginas online com webcast) principalmente acompanhando as prestações de surfistas portugueses, em especial do Tiago Pires, fiquei um fã incondicional das ondas e daquilo que quem sabe consegue fazer em cima de uma prancha.

Para tentar convencer os mais afastados do desporto ficam aqui umas imagens feitas durante a etapa do circuito mundial disputada na Polinésia Francesa, em Agosto do ano passado.



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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Trabant Trek

Primeiro e antes de mais, votos de um feliz ano de 2012!

Ora ao que interessa, em semana de viagens, e depois dum serão de Natal passado à lareira a 'zappingar' descobri no TravelChannel esta série que documenta uma viagem entre a Alemanha e o Cambodja, mas ao contrário do que é expectável, não feita com 3 ou 4 transbordos de avião, mas sim de carro por estradas que muitas vezes nem estradas se chamam e coleccionando claro inúmeras histórias ao longo de quase 20 países.

Como se a ideia não bastasse, o objetivo é fazer a viagem a bordo de 3 Trabant, considerado o pior carro de sempre...




Ainda que a viagem já tenha sido feita em 2007, e que só agora o Travel a tenha colocado no ar, é uma grande aventura que depois de ter visto 2 episódios fiquei com vontade de devorar o resto da série assim de seguida, sem interrupções.
Não querendo desvendar muito do que já vi parece que chegaram ao fim, mas certamente que o mais importante foi o ir e não o chegar.
Keep the car running.

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